About the artist
Rebeca Carapiá
1988, Salvador, Brazil
Lives and works between Salvador and São Paulo, Brazil
Using mainly iron and copper, Rebeca Carapiá’s work takes the form of sculptures, installations, drawings, and engravings, in which torsion, bonding, and approximation of these materials constitute an abstract calligraphy. With words as their starting point, Carapiá’s pieces inflate, bend, and slice language in an exercise to dislocate it from a linear and monolithic position. As such, her work shapes itself as a distinctive language, the result of the bond between body, terrain, memory, and knowledge stemming from the artist’s own experiences, as well as those imbued in the materials of the pieces.
She has had works commissioned by the 36th Bienal de São Paulo, Not All Travellers Walk Roads – Of Humanity as Practice (2025), by Instituto Inhotim in Brumadinho (2024), and by the 38th Panorama da Arte Brasileira, organised by MAM São Paulo at MAC USP (2024). She held solo exhibitions in São Paulo in 2023, 2021 and 2020, the same year she took part in Pivô Satélite. In 2026 she was an Art Explora resident at the Cité internationale des Arts in Paris, and she is among the artists of the 17th Sharjah Biennial, opening in January 2027.
Her work is held in the collections of Instituto Inhotim, MAC Bahia, MAM Bahia and the Pinacoteca de São Paulo.

Selected solo exhibitions
- 2026Ainda quero mergulhar na distância, Almeida & Dale, São Paulo, Brazil
- 2024Apenas depois da chuva, Instituto Inhotim, Brumadinho
- 2023Entre hoje e ontem para dizer sobre amanhã, Galeria Leme, São Paulo
- 2021Um barco feito para afundar, 31º Programa de Exposições, Centro Cultural São Paulo
- 2020Como colocar ar nas palavras, curadoria de Diane Lima, Galeria Leme, São Paulo
Selected group exhibitions
- 2026
- ABERTO 5, Casa Bola, São Paulo
- Fio condutor, Apartamento61, São Paulo
- RESPEITA: mulheres no acervo do MAC_BAHIA, MAC Bahia, Salvador
- 36ª Bienal de São Paulo, itinerâncias, Instituto Francisco Brennand, Recife; Museu Nacional da República, Brasília; Sesc Santos
- Céu da Pedra, Claraboia, São Paulo
- 2025
- 36ª Bienal de São Paulo: Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática, São Paulo
- A Terra, o Fogo, a Água e os Ventos – Por um Museu da Errância com Édouard Glissant, curadoria de Paulo Miyada e Ana Roman, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo
- 38º Panorama da Arte Brazileira: Mil graus, org. MAM São Paulo, Sesc Campinas
- Nem tudo que reluz, curadoria de Ana Avelar, Solar Fábio Prado, São Paulo
- Construção no vento, curadoria de Luisa Duarte, Flexa Galeria + Claraboia, São Paulo
- Imaginação Radical: 100 anos de Frantz Fanon, Museu das Favelas, São Paulo
- 2024
- 38º Panorama da Arte Brazileira: Mil graus, curadoria de Germano Dushá, Thiago de Paula Souza e Ariana Nuala, org. MAM São Paulo, MAC USP, São Paulo
- Histórias LGBTQIA+, curadoria de Adriano Pedrosa e Julia Bryan-Wilson, MASP, São Paulo
- The Ocean is the Axis, curadoria de Igor Simões, Mariane Ibrahim Gallery, Mexico City
- Um Defeito de Cor, Sesc Pinheiros, São Paulo
- Dos Brasis, Centro Cultural Sesc Quitandinha, Petrópolis
- Iniciadas: Ancestralidades contemporâneas, MAC Bahia, Salvador
- Línguas africanas que fazem o Brazil, curadoria de Tiganá Santana, Museu da Língua Portuguesa, São Paulo
- Cais, Galatea, Salvador
- 2023
- Dos Brasis, curadoria de Igor Simões, Marcelo Campos e Lorraine Mendes, Sesc Belenzinho, São Paulo
- Um Defeito de Cor, Museu Nacional da Cultura Afro-Brazileira, Salvador
- No fim da madrugada, curadoria de Lisette Lagnado, Galeria Vermelho, São Paulo
- Mãos: 35 anos da Mão Afro-Brazileira, curadoria de Claudinei Roberto da Silva, MAM São Paulo e Museu Afro Brazil, São Paulo
- Fazer o moderno, construir o contemporâneo: Rubem Valentim, curadoria de Lucas Menezes e Igor Simões, Instituto Inhotim, Brumadinho
- Direito à forma, curadoria de Deri Andrade, Igor Simões e Jana Janeiro, Instituto Inhotim, Brumadinho
- Para-raios para energias confusas, curadoria de Luisa Duarte e Marilia Loureiro, Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo
- Além-vista, Casa Gabriel, São Paulo
- 2022
- Stella do Patrocínio: A história que fala, Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, Rio de Janeiro
- BEHOLD, WE ARE HERE, curadoria de Hanni Kamaly, Lunds konsthall, Lund, Sweden
- ferramenta, ferragem, ferrugem, curadoria de Ana Elisa Lidizia, Paço das Artes, São Paulo
- Um Defeito de Cor, curadoria de Amanda Bonan, Ana Maria Gonçalves e Marcelo Campos, MAR, Rio de Janeiro
- Raio a raio, curadoria de Ariana Nuala, org. Solar dos Abacaxis, MAM Rio, Rio de Janeiro
- Encruzilhada, curadoria de Ayrson Heráclito e Daniel Rangel, MAM Bahia, Salvador
- Coleção MAR + Enciclopédia Negra, MAR, Rio de Janeiro
- Arte Atual – Por muito tempo acreditei ter sonhado que era livre, curadoria de Priscyla Gomes, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo
- 2021
- 3ª Frestas – Trienal de Artes: O rio é uma serpente, curadoria de Beatriz Lemos, Diane Lima e Thiago de Paula Souza, Sesc Sorocaba
- Enciclopédia Negra, curadoria de Lilia Schwarcz e Jaime Lauriano, Pinacoteca de São Paulo
- Carolina Maria de Jesus: um Brazil para os brasileiros, curadoria de Hélio Menezes e Raquel Barreto, Instituto Moreira Salles, São Paulo
- 2020
- Pivô Satélite — Os dias antes da quebra, curadoria de Diane Lima, Pivô, São Paulo
- Arte em Campo, Estádio do Pacaembu, São Paulo
- 2019
- 4º Valongo Festival Internacional da Imagem: O melhor da viagem é a demora, curadoria de Diane Lima, Santos
- 2018
- 3º Valongo Festival Internacional da Imagem: Não me guarde na retina, Santos
- Mostra Multi-Negras, Universidade Federal da Bahia, Salvador
Residencies
- 2026Art Explora, Cité internationale des Arts, Paris
- 2023Ybytu, São Paulo
- 2022Konstepidemin, Gothenburg, Sweden
- 2019Valongo Festival Internacional da Imagem, Santos
- 2019PlusAFrot, Munich, Germany
Institutional collections
- Instituto Inhotim, Brumadinho
- Museu de Arte Contemporânea da Bahia, Salvador
- Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador
- Pinacoteca de São Paulo